O livro Co-inteligência, de Ethan Mollick, chegou como presente e como convite para aprofundar uma conversa que já faz parte do nosso cotidiano.
Na TOTVS, falamos sobre IH + IA com uma ordem que considero importante: primeiro vem a inteligência humana. É ela que define intenção, contexto, critérios e responsabilidade. A inteligência artificial amplia possibilidades, acelera tarefas e nos ajuda a explorar caminhos que talvez demorassem muito mais para aparecer.
Essa combinação não elimina a necessidade de conhecimento. Pelo contrário, exige que saibamos fazer boas perguntas, reconhecer limites e validar resultados. Uma ferramenta pode produzir respostas rapidamente; transformar essas respostas em decisões úteis continua sendo um trabalho humano.
Cointeligência não é delegar o pensamento. É ampliar aquilo que conseguimos pensar, criar e realizar com responsabilidade.
Uma leitura para experimentar
O valor do livro está em tratar a IA não apenas como tema abstrato, mas como algo que precisa ser usado, testado e compreendido na prática. Cada experiência ajuda a descobrir tanto o potencial da tecnologia quanto os pontos em que nosso julgamento continua indispensável.
Fiquei muito feliz com a lembrança e ainda mais interessado em continuar explorando essa relação entre inteligência humana e artificial.